Conheci uma mulher faz uns anos. Parece comum, não é? Mas não, ela me deu um presente de valor tão grande que fica até complicado de explicar aqui. Ela me deu a chance de ser madrinha de uma criança que está por vir. Eu que sempre quis ser dinda, estou boba agora.

Posso escrever com todas as letras que eu me emocionei quando recebi a notícia. Foi lindo de ver a felicidade de um casal que descobriu estar “grávido”, com todas as dificuldades que teve para isso se tornar real. Estive junto quando ela me disse do cisto que ela tinha. Acompanhei o tratamento, senti como a espera foi angustiante… até que tudo deu certo. Vi também que quando o amor não cabe em duas pessoas, ele transborda e vira uma criança.

Eu pedia detalhes, sempre tentando imaginar como seria tudo. Até que uma hora veio a primeira eco. Como dinda, fui logo ver. Eu não sabia o que dizer de tão perfeito que tudo era. A criança já estava com quase 60 gramas e já era do tamanho de meio tubo de creme dental. Tinha o corpinho já formado, mesmo assim pequeno. Eu sabia que seria assim, mas não imaginava que sentiria tanto amor por uma criança que não é minha.

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Antes de eu ver a eco, ela tinha já me dito que haviam mais ou menos 98% de chances de ser um menino. Eu tinha até sonhado que seriam gêmeos, mas um menino lindo para eu poder ensinar a jogar futebol, vestir com roupinhas inspiradas em Senhor dos Anéis e camiseta do Grêmio também seria uma maravilha. Mas sempre tive em mente uma menina.

Depois de um tempo, no próximo exame viram que seria mesmo uma menina! Linda, grande e… linda! Brincamos que seria bonita como a mamãe e a dinda. Uma gringuinha que vai atrair olhares (futuramente encher a cabeça da dinda de cabeços brancos) e que irá trazer muitas alegrias.

É com essa que eu inauguro minha categoria “Codinome: Dinda”! Agradeço de coração para a Daniela e o Thiago que me deram essa oportunidade! Quero que saibam que no que precisar, eu vou estar aí!

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