Anteontem vendo o noticiário veio a notícia que um escritor brasileiro havia falecido e eu logo pensei “tomara que não seja Rubem Alves”. Acompanho a fanpage dele no Facebook e me assustei com a notícia de que ele estava realmente doente. Ontem, porém, veio a notícia que eu não queria ouvir. É de uma perda enorme para a literatura.

Cada vez que eu via um texto dele ou uma imagem com uma mensagem inclusa, batia um sentimento de admiração. Leitura sempre foi um bem precioso para mim, e alguém como ele faz o mundo valer a pena. Em um texto chamado “Sobre a morte e o morrer“, tem um trecho que diz:

Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: “Morrer, que me importa? (…) O diabo é deixar de viver.” A vida é tão boa! Não quero ir embora…
[…]
Dizem as escrituras sagradas: “Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer”. A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A “reverência pela vida” exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir.

Torço para que os projetos que ele começou em vida tenham continuação. O mundo perde uma pessoa, mas ganha um exemplo!

Anúncios