Cada vez mais que o tempo passa, eu vejo que não vai ser possível conhecer minha afilhadinha antes de viajar. Triste, sim, não tem como negar. Fico imaginando como seria poder segurar ela no colo, trocar a fralda, ensinar ela a “conversar”… paparicar como uma madrinha faz. Minha primeira afilhada a caminho e eu vou perder a fase boa.

Acompanhando desde o começo da gravidez, teve um momento que eu me senti realmente dinda. E é sobre isso que eu quero comentar. No dia 28 de junho aconteceu o Chá de Fraldas da Ana Luiza. Um dia bem especial. Para os que não sabem, Chá de Fraldas é a mesma coisa do que Chá de Bebê, uma festa onde a futura mãe recebe presentes para seu bebê que está chegando.

Tentei chegar antes para poder ajudar com os preparativos, mas quando cheguei a mamãe-foguetinho já tinha arrumado tudo. Conheci a casa, alguns familiares e comecei a ajudar a receber as pessoas. Cada vez mais começaram a aparecer mulheres. Uma brincadeira que inventaram foi tentar adivinhar qual o tamanho da circunferência da barriguinha da Dani sem poder encostar nela. Todas ganharam um pedaço de fita mimosa e deveriam cortar de acordo com o tamanho imaginado.

Mas claro, antes de tudo começar, obviamente que o papai tinha que posar para a foto, não é?

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Além de guloseimas na mesa, haviam também brinquedos para as crianças atrás da casa. O astral estava muito bom!

A prenda para quando a Dani errasse o presente seria uns desenhos pelo corpo com batom vermelho. Como com quase todas as mães nesse momento, quando começam errando, não param mais… Acompanhem a situação da dona Daniela:

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Como ela errou os meus 6 presentes, eu até fui muito boazinha. Estão vendo na lateral “Linda da Dinda”? É, fui eu!

Quando todas as convidadas foram embora, entre uma fofoca e outra, arrumamos toda a casa. Como a Dani estava toda pintada, ajudei ela a tirar a “sujeira” (usamos lencinhos da Ana já, mas foi por uma boa causa). Foi um momento muito legal, gostei muito.

Quando o Thiago voltou, se sentou do lado e começou a conversar com a nenê. Só de escutar a voz do pai que ela começou a se mexer já. Quando eu estava encostando na barriga, comecei a conversar também e ela correspondia. Sentia os chutes dela se manifestando… Foi uma emoção muito grande. Senti pela primeira vez que ela estava lá firme e forte.

Posso me preparar, vai ser um ano de muita saudade e de curiosidade… haja coração!

A criança é por natureza um ser do encantamento, um ser que experimenta a leveza, e que não retém a dor.

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