Vivemos tao para o mundo que as vezes esquecemos de nós. Isso eu venho pregando faz muito tempo aqui no blog. Fazemos muitas coisas para outras pessoas, vivemos com essa necessidade de mostrar aos outros o que temos, que no fim perdemos nossa essência. Com o convívio com pessoas diferentes das que eu conhecia, vi que ainda existem princípios como segurança, sutileza e privacidade. E eu posso contar: foi uma das melhores coisas pra mim…

Quando eu “perdi” meu celular no ano passado, notei que eu postava muita coisa desnecessária nas minhas redes sociais. Ultimamente, também vi que muitas pessoas me marcavam em fotos pessoais de momentos tao íntimos que ficariam melhor em álbuns do que nesse mundão que é a internet. Removi marcações, excluí fotos, deixei minhas redes sociais mais fechadas só para pessoas que eu gosto de compartilhar meus momentos. Me sinto mais leve, como se ninguém precisasse comentar da minha vida com tanto afinco.

Outro caso: pessoal comentando que eu não estou aproveitando minha vida pois não posto mais tantas fotos. Gente, isso é uma decisão minha. Optei por não postar pois não vejo uma necessidade. Volta e meia aparece algo no blog, tanto que eu até prefiro largar minhas novidades aqui. Vejo que poderia contar bem mais coisa, mas eu estou me envolvendo no meu projeto que é um álbum com as minhas experiências. Estou separando fotos e bilhetinhos de tudo e isso me rouba muito tempo.

Mais uma onda de desabafos e eu com essa sensação de já ter comentado sobre isso várias vezes. Deve ser esse negócio de bater sempre na mesma tecla. Sangue de alemoa (e capricorniana) teimosa não nega.

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