Sobre bagunça e perguntas sem resposta

É nessas horas da tarde que as minhocas na cabeça começam a fazer festa. É tanta coisa se misturando que eu estou quase em um mundo paralelo, onde eu deixei de ter as rédeas do que está acontecendo.

Não sei sobre meus sentimentos, não sei como o tempo consegue mudar de sol para neve em minutos, não consigo captar o der, die, das e nem genitivo, dativo e plusquamperfekt, não sei nem o que vou fazer na próxima semana. Principalmente: preciso ter consciência que quem bagunça tudo na realidade sou eu e minha cabecinha pulsante. Talvez o que me falte são aquelas mãozinhas ágeis, um aspirador de pó, e alguém (que não seja eu) para bagunçar tudo de novo.

E só.

 

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