Inocência

Gostava daquela época onde crianças eram infantis. Sabe aquelas que brincavam, se sujavam, não tinham medo de cair e se machucar? Essas eu admiro. Quando eu penso nas crianças de agora, me bate uma tristeza. Como o acesso à videogames e internet é muito fácil (e muitos pais não tem um certo controle), nossos pequenos tem acesso a violência, pornografia e muitas outras coisas que não deveriam estar vendo nessa idade. Vejo meninas de 8, 9, 10 anos que se dizem apaixonadas e que não conseguem viver sem seu amado… Com essa idade, eu tinha vergonha até de chegar muito perto de um menino.

As situações mudam, eu sei. Mas que é estranho pensar no caos que toda exposição está tomando, isso é. Bebês com contas em redes sociais, fotos diárias, exposição demais… Acompanho a @lisandradrower no discurso dela de que crianças não deveriam ter celular, nem Facebook, nem qualquer outra rede social. Como seria bom se as crianças fossem somente “crianças” novamente.

Achei esses vídeos faz algum tempo, acho que entram no contexto de inocência. Neles, os pais falam sobre como os bebês são feitos e como no vídeo as crianças são diferentes, a reação varia bastante também. Atualmente, esse é um assunto tratado na escola, mas acho bom que os pais ensinem (mesmo de um jeito não muito esclarecedor no começo).

O ruim dos vídeos é que não tem legenda em português, porém com conhecimentos básicos de inglês já se consegue ter uma noção.

E o que você acha sobre isso? A maneira abordada foi a correta? Para você foi diferente?

Beijos.

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7 pensamentos

  1. Já tinha assistido esse vídeo antes, Bruna. E ri muito kkkk’
    Mas sobre o que disse tenho que concordar. Nossa infância foi tão boa, e eu só penso, será que essas crianças vão se orgulhar das delas também?

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  2. É! Verdade! Sabe que, nessa sociedade, meninas novas que não são virgens ou que já são mães são super julgadas. O que influencia e muito em ter relações tão cedo é a televisão, a internet, a mídia… Não julgo mães novas – por que muitas vezes seus filhos vêm em acidentes, mesmo com preservativos e remédios – só acho que cada fase tem que ser vivida intensamente, com crianças brincando de bonecas; adolescentes escutando músicas e contando pros amigos de quem mais gosta na escola; na maior adolescência começar a namorar se achar necessário, se quiser; quando em maior idade, trabalhar; quando estiver numa situação financeira estável, ter um filho ou adotar, ou um animal de estimação, se for a vontade da pessoa. Mais ou menos assim e assim por diante.

    Por que motivos dessa forma? Porque, até agora, foi a melhor fórmula de felicidade que a MAIORIA de nós encontramos pra viver. Fui uma das crianças que clamou pelos 18, pra fazer o que podia fazer, mas agora eu lembro com saudades da infância, quando eu conseguia subir na árvore, gostava de brincar de bonecas, queria ter um carrinho. Jogávamos uma vez por mês o Sonic no SEGA, acordava sem sono às 7:00 e ia pra sala com cobertor assistir desenho… É uma época pra se viver com vontade e se lembrar com carinho depois 🙂

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  3. Bruna… Penso assim também, e graças a Deus minha esposa também.. assim tentamos criar nossos filhos com controle para assas coisas…. E olha que não é fácil viu… a sociedade de hoje junto com as mídias fazem uma carga massiva desses conteúdos todos os dias, e se não ficarmos de olhos abertos já viu né…. Lembro que com 13 anos eu jogava bola, soltava pipa e andava de carrinho de rolimã… hj em dias as crianças nessa idade já querem celular com acesso a internet, notebooks, etc.

    Excelente post… temos mesmo que falar sobre isso!!!
    bjs
    Berma
    http://livroscompipoca.com/

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    1. Berma!
      Também acho que este assunto é falado com pouca frequência…
      Eu que trabalho com crianças sei o quanto é difícil nao cobrar demais para eles serem mais “velhos”, arrumarem suas coisas, se vestirem sozinhos… Infância é aquele tempo de brincar, nao quero que eles percam isso. Quando eu penso que agora muitas meninas com 13 anos já são mães, eu nao sei como reagir.
      Obrigada pelo comentário!
      Beijos

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  4. Adorei suas palavras, Bruna… Penso exatamente a mesma coisa! Uma de minhas maiores preocupações com meu filho é moderar a quantidade de tempo que ele passa na TV, pois acho que criança deve ser criança, brincar, correr, pintar e desenhar em folha de papel (de verdade), sonhar e criar suas próprias brincadeiras…
    Temos que falar sobre isso, não deixar que essa nova noção de mundo tome conta das vidas de nossos filhos!
    Amei

    http://mulherpequena.wordpress.com

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    1. Brincam tanto com essas novas tecnologias que acabam esquecendo de “brincar de ser criança”. Eu com meus pequenos aqui (os que eu cuido), valorizo os quebra-cabeças, livros para colorir, carrinhos, jogos de memória… eles adoram (tanto que já acham a televisão algo chato).
      Sei que você fará o melhor pelo seu Davi!
      Beijos.

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