Não sei o que te motiva a fazer tempestade em copo d’água enquanto está lindo lá fora.
Talvez é porque você adora tempestades mesmo precisando de sol,
adora reclamar quando poderia estar ameno,
gritar quando poderia estar em silêncio.

Você é a fragilidade escondida no meio da intensidade,
vive nos dois pólos.

É o frio,
o quente,
o que prefere o orgulho ao invés de todo o resto.

Não te culpo, só queria que soubesse disso…

Se eu não fujo é porque eu sou boba.
Se não corri é pois não me motivo.
Se eu venho é porque eu quero,
se eu fico é por você.

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