O que nunca te disseram sobre dor de cabeça e enxaqueca

Enquanto existem pessoas que nunca sentiram dor de cabeça, também tem aquelas (que como eu) tem a tendência de ganhar uma dor forte que faz baixar tanto o rendimento profissional, como também pessoal e escolar. Quando eu falo das dores que eu sinto, vejo que muitas pessoas não entendem as diferenças entre dor de cabeça e enxaqueca e volta e meia vem um comentário que me faz lembrar de tantas coisas que eu aprendi com o passar do tempo e com os diferentes tratamentos e explicações que eu recebi.

“Ah, para com isso! Dor de cabeça só existe uma… não vem querer me explicar a diferença.”

Existem mais de 200 tipos de dor de cabeça, sendo que alguns só aparecem raramente. A maioria das pessoas sofre de dor de cabeça/cefaleia tensional ou enxaqueca. Essas dores de cabeça também estão divididas em dois tipos, a primária e a secundária. Para explicar de forma mais fácil: a primária é quando o motivo aparece do nada e a secundária é quando a dor aparece por causa de outro motivo, por exemplo, sinusite ou algo mais sério. O tratamento então é diferente: enquanto que para a primária é só esperar (ou tomar um remédio) para passar os sintomas, a secundária requer primeiro um tratamento para o problema que causa a dor.

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“Dor de cabeça tensional é frescura…”

Você está trabalhando demais, tem muito com o que se incomodar, pessoas estão te atrapalhando, muito barulho, bagunça,… pum, começa uma dor na cabeça. Ah, acho que isso a maioria conhece. Os que sofrem disso, na maioria das vezes descrevem a dor como um capacete que está apertado demais ou um elástico enrolado na cabeça com alguém puxando cada vez mais firme. Muitos ficam com ânsia de vômito, outros não conseguem ficar em locais claros, outros não conseguem ficar em algum lugar com muito barulho. Isso, portanto, não é algo que dá para generalizar… dor de cabeça não é frescura!

“Enxaqueca é só uma forma mais chique de dizer que você não está com vontade de algo…”

Não, é algo sério. Enxaqueca é um ataque de dor de cabeça que acontece normalmente em uma metade da cabeça, ou do lado direito, ou do esquerdo. A dor que aparece é pulsante e varia de médio para forte, acompanhada de tontura e vômito. Quase 20% das mulheres tem esse problema, enquanto homens varia entre 6-8%. Contra isso ajuda uma alimentação balanceada, sono regular e muita MUITA água!

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“Toma mais remédio e uma hora tu acaba viciada só por causa dessa tua dor de cabeça…”

Os remédios que dá para comprar sem receita médica na farmácia são nesse caso os mais indicados (embora “indicados” também não seja a palavra certa) para não criar o vício. O lado negativo, é que quando mais você toma, mais seu corpo se acostuma com as substâncias e age menos, tanto que o excesso nos medicamentos pode gerar problemas sérios nos rins e fígado. Se você tiver muitas vezes dor, converse com seu médico e peça o que ele acha melhor. Tomar muito remédio não é o caminho…

“Tá ruim, toma remédio. Tá ficando com dor, remédio. Remédio, remédio, remédio. Uma hora tu ainda vomita por causa disso..”

O fato é: tomar remédio com estômago vazio é a maior bola fora que uma pessoa pode dar. Para o seu corpo “aceitar” bem um remédio, primeiramente você tem que tomar ele com água mineral (não suco, nem chá, nem água com gás,…) e ter comido algo antes.

Uma dica minha: anote os dias que você tem dor e o nível da dor segundo sua opinião. No Play Store, por exemplo, tem um monte de apps para te ajudar a monitorar. Na Apple Store deve ter provavelmente vários também.

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Eu uso o Libbs e gosto bastante do app

 

Com esse meu mini guia, espero que tenha dado para esclarecer algumas dúvidas e dado uma reflexão bacana caso você pense que “uma dorzinha de cabeça não é nada”! Me conte se você sofre de algo que eu citei acima e como você lida com isso 😀

 

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2 pensamentos

  1. Eu comecei a ter dores de cabeça recorrentes aos 10 anos. Tenho enxaqueca há não sei quanto tempo e uma listinha de remédios comuns que já não posso tomar porque, por excessos no dia a dia, têm efeito rebote e me provocam mais dor. Atualmente, faço tratamento preventivo que envolve também algumas mudanças de hábito. É chato, mas vale a pena para quem convive com o problema e já não aguenta mais, como eu.

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