Retomando as funções de dinda presente

Era uma vez uma jovem que ficou dinda de primeira viagem em 2014. Essa dinda, por dedução, você já deve saber que sou eu.

Se você também teve a honra de ser padrinho ou madrinha de alguém ou teve uma pessoa maneira ocupando essa posição na sua vida, sabe como é o peso que está na função. É ser exemplo, ser presente, ser amigo, ser colo. É ser digno de confiança, amor, dedicação… mas sabemos como é difícil conseguir ser tudo isso quando se tem seus próprios dilemas e vida particular.

Bom, nesse post eu quero comentar de experiências muito positivas que eu tive desde que pude “começar” a ser uma dinda presente.

Quando eu fiquei sabendo que seria dinda, estava no auge dos meus 18 anos. A emoção foi grande, a ansiedade era algo que pulsava dentro de mim. Naquela época eu também estava nutrindo da vontade de fazer um intercâmbio na Alemanha, até pelo motivo do meu padrasto ser e morar lá. Minha mãe havia pensado na ideia deles se casarem e marcaram a data. Nisso apareceu na pressa uma família na Alemanha para eu trabalhar de Au-Pair, peguei a oportunidade e fui me aventurar por lá… e minha afilhadinha ficou aqui, na barriguinha da mamãe dela.

Era 10 de agosto quando eu saí do Brasil e 11 de setembro quando a menina mais importante do meu coração nasceu. Demorei 1 ano para voltar para o Brasil de férias e quando cheguei, peguei umas vezes no colo, brinquei, mas vi que não tínhamos um vínculo forte uma com a outra. Ela rejeitava meu colo toda vez que via a mãe, não brincava muito comigo, adorava me arranhar, puxar o cabelo…. Claro, isso é coisa normal de criança, mas para ela eu também só era mais uma, não alguém que ela via com frequência. Quando eu vi ela novamente, já tinham se passado dois anos. A nenê que eu conhecia tinha dado lugar a uma baixinha conversadeira, que adorava aprontar, fazer bagunça e tinha uma coleção de pedrinhas.

Foi no terceiro aniversário dela que eu pude estar presente pela primeira vez. Ver ela assoprando as velinhas, se divertindo,… e também fotografar esses momentos.

codinome-dinda

Agora já passou novamente um ano e ela cada vez mais tem meu coração. Nós duas já criamos aquele vínculo que não tínhamos, agora ela gosta de mim e gosta de estar comigo. Diz que me ama muito, que sente saudades, que é a minha menina. É muito gratificante ver essa evolução.

Agora vocês conhecem mais a menina que me fez fazer esse projeto aqui no blog, o Codinome Dinda. A princípio eu tinha a proposta de ir escrevendo sobre como é esse processo de dindice, mas nunca consegui engrenar muito o tema. Agora que estamos juntas, posso retomar e falar mais da experiência.

Você tem algum afilhado ou afilhada? Se sim, me conte da experiência e sobre como a criança marcou você! Vou adorar ler comentários e histórias de vocês 😀

Abraços da dinda Bru.

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